Soja

O preço da soja subiu, nesta terça-feira (24/2), no Porto de Paranaguá (PR), aponta o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O indicador da instituição ficou em R$ 126,53 a saca de 60 quilos, alta de 0,29% em relação ao dia anterior. Na parcial do mês, a referência tem alta de 1,3%.

Em outros terminais portuários do Brasil, levantamento da AgRural mostrou uma tendência de estabilidade para baixa na terça-feira. Em Barcarena (PA), a soja ficou estável, cotada a R$ 126 a saca; em Rio Grande (RS), também estável, a R$ 129; em São Francisco do Sul, baixa de R$ 0,50, a R$ 126,50; mesma variação de Santos (SP), onde a saca valia R$ 126.

Matheus Pereira, da consultoria Pátria AgroNegócios, avalia que, no interior do Brasil, as cotações da oleaginosa estão sem tendência definida. Nesta terça-feira, o mercado permaneceu sob influência da taxa de câmbio, em mais um dia de queda do dólar, e do avanço da colheita da safra 2025/26.

No mercado cambial, a moeda americana fechou a R$ 5,15, queda de 0,26% em comparação com o dia anterior.

Na segunda-feira (23/2), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que a colheita da soja atingiu 32,3% da área no Brasil, um ritmo mais lento que o da mesma época no ano passado (36,4%). Na média das últimas cinco safras, as máquinas já tinham passado por 36,6% das plantações neste período do ano.

Neste cenário, o levantamento da AgRural mostrou comportamento variado dos preços, a depender da região do país. Em Cascavel (PR), por exemplo, a saca teve baixa de R$ 0,50, a R$ 116. Já em Sinop (MT), ficou estável a R$ 99. Em Passo Fundo (RS), o grão aumento R$ 1, cotado a R$ 122.

Em Dourados (MS), a saca de soja subiu R$ 0,50, valendo R$ 109,50; em Rio Verde (GO), baixa de R$ 0,50, com o grão a R$ 108,50; foi a mesma variação de Luís Eduardo Magalhães (BA), onde a cotação foi de R$ 110 a saca. Em Balsas (MA), estabilidade a R$ 107 a saca de 60 quilos.

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